|
|
|
|
|
|
REDE GLOBO
 |
|
|
|
PARAÍSO |
|
|
|
18:00h |
|
|
|
História
|
Personagens
|
Dados
|
Erros
|
Outras |
|
|
|
História |
|
|
|
Numa feira do sertão baiano, Eleutério
cismou em comprar uma estranha relíquia: um diabinho
postado dentro de uma garrafa, que manteve escondido,
não obstante os protestos - das empregadas, dos colonos
e de Nena, sua mulher. Quando, porém, sua esposa faleceu
depois do parto do filho do casal, não demorou para o
povo culpar o tal diabinho pelo ocorrido. E, pior que
isso, atribuir a ele a paternidade do recém-nascido.
O tempo passou, o menino cresceu, e a história se
perpetuou. O belo e inquieto José Eleutério, conhecido
como Zeca, ganhou e fez jus à fama que trazia desde o
berço. Onde quer que chegasse, era tido como o "filho do
diabo". Corajoso, criado solto por essas estradas, Zeca
foi colecionando histórias ao longo de suas caminhadas,
alimentando a crendice do povo e fazendo a história do
diabo virar lenda. Com espírito aventureiro, enquanto
seguia com sua comitiva pelas estradas, desafiava a
morte montando touros bravos, domando burros chucros.
Por onde quer que passasse, deixava marcada sua história
e os corações das mocinhas a suspirar.
Zeca foi para o Rio de Janeiro e lá ficou, por oito
anos, estudando. Voltou à fazenda do pai, nas cercanias
da cidade de Paraíso, formado em Direito e em Agronomia.
E ganhou o codinome de "peão dotô". Pouco interessado
nos títulos, o que ele queria mesmo era seguir pelas
estradas montado em seu cavalo. Com os diplomas
pendurados na parede, partiu em comitiva, sem imaginar a
surpresa que o aguardava, arrebatando seu coração para
sempre.
Na volta para casa, Zeca e o amigo Terêncio corriam em
suas montarias pela estrada de chão que levava à fazenda
de Eleutério. Na direção contrária, a charrete da
santinha. E o encontro. O cavalo do peão doutor
empinando. O cavalo da charrete também. Os olhares
cruzando. O seu, com o olhar da doce Maria Rita. Bastou
isso para que nascesse ali uma linda e conturbada
história de amor.
Ao contrário de Zeca, criado solto no mundo, Maria Rita
passou parte de sua vida num colégio de freiras. Por
isso, nunca teve muitas histórias para contar, exceto a
que lhe acompanha desde menina: a de que é santa. A mãe
beata, Mariana, a criou na igreja assistindo a missas e
ouvindo rezas. Não bastasse isso, prometeu que a filha
viraria freira e passou a vida alimentando versões sobre
sua santidade. O pai, o fazendeiro Antero, nunca teve
forças para lutar contra as histórias inventadas pela
mulher.
No dia da ordenação da filha, Antero comemorou quando a
madre superiora confirmou o que ele já sabia: Maria Rita
não tinha vocação para o celibato. Mariana se
desesperou, chorou copiosamente e se revoltou com a
escolha da jovem, que finalmente voltou para casa. Na
verdade, isso era coisa do destino. Maria Rita só
entendeu isso quando seus olhos se cruzaram com os do
filho do diabo.
Essa é a incrível história de amor de Zé Eleutério e
Maria Rita. Ele, o "filho do diabo", e ela, a
"santinha", numa pequena cidade chamada Paraíso. Amor
que se torna mais acirrado quando Santinha, rezando
reclusa em seu quarto, consegue o "milagre" de salvar Zé
Eleutério, que estava aleijado por ter sofrido uma queda
num concurso de peões de boiadeiros. Ela, em pagamento
pela graça recebida, vai para o convento - realizando o
grande sonho de sua mãe. Ele, apaixonado e grato, rapta
a futura freirinha. |
|
Topo |
|
|
|
Personagens |
|
|
|
ERIBERTO LEÃO - Zeca (José Eleutério),
NATHÁLIA DILL - Santinha (Maria Rita), REGINALDO FARIA -
Eleutério, SORAYA RAVENLE - Zefa, CÁSSIA KISS - Mariana,
MAURO MENDONÇA - Antero, CARLOS VEREZA - Padre Bento,
VANESSA GIÁCOMO - Rosinha, ALEXANDRE NERO - Terêncio,
JULIANA BOLLER - Aninha (Ana Célia), GUILHERME BERENGUER
- Ricardo, GUILHERME WINTER - Otávio, FERNANDA PAES LEME
- Maria Rosa, LUCCI FERREIRA - Geraldo Valfrido,
LEOPOLDO PACHECO - Norberto, BIA SEIDL - Aurora, DANIEL
- Zé Camilo, ALEXANDRE RODRIGUES - Tóbi, LIDI LISBOA -
Das Dores, WALDEREZ DE BARROS - Dona Ida, PAULA BARBOSA
- Edite, JOÃO SABIÁ - Marcos, GENÉZIO DE BARROS -
Alfredo Modesto, KADU MOLITERNO - Bertoni, CRISTIANA
OLIVEIRA - Zuleica, JOSÉ AUGUSTO BRANCO - Nôno (Amadeu
Bertoni), CLÁUDIO GALVAN - Vadinho, COSME DOS SANTOS -
Zé do Correio, GÉSIO AMADEU - Capita, JACKSON COSTA -
Isidoro, CRIS VIANNA - Candinha, CAROL ABRAS - Jacira,
LUCI RAMOS - Cleusinha, MARELIZ RODRIGUES - Nina, AISHA
JAMBO - Leni, HUGO GROSS - Pedro do Posto (frequentador
do bar de Bertoni), LUCIANO VIANNA - Tonhão (trabalha na
fazenda de Antero, frequentador do bar de Bertoni),
PAULO DE ALMEIDA - Dudu (atendente no bar do Bertoni),
GILBERTO MIRANDA - Aristides (funcionário da
prefeitura), ROBERT GUIMARÃES - Tibúrcio (capataz da
fazendo de Eleutério), LUCIANA BARBOSA - Efigênia
(empregada na casa de Norberto), MANUELA DO MONTE -
Tonha (ex-empregada na casa de Mariana, amiga de
Candinha), YASSIR CHEDIAK - Juvenal (peão violeiro),
RODRIGO SATER - Tiago (peão violeiro), THOMMY SCHIAVO -
Chico (peão violeiro), EDUARDO DI TARSO - Paraná (peão
violeiro), MARCELO FARIA - Eleutério (jovem), LULI
MILLER - Nena (mulher de Eleutério), DUDA RIBEIRO - Mané
Corrupio (marido de Zefa), ROSAMARYA COLIN - mãe de Das
Dores, LUÍS ANTÔNIO NASCIMENTO - Tião (jovem), ARAMIS
TRINDADE - Zé das Mortes, LARISSA VEREZA - Irmã Matilde,
ANAMARIA BARRETO - Madre Superiora, BIJU MARTINS - peão,
MURILO GROSSI - João (dono da agência de publicidade
onde Ricardo vai pedir emprego no Rio), CLÁUDIA COSTA -
Dona Elvira (moradora da cidade). |
|
Topo |
|
|
|
Dados Técnicos |
|
|
|
Novela de Benedito Ruy Barbosa, adaptação
de Edmara Barbosa, colaboração de Edilene Barbosa,
direção de Rogério Gomes, André Felipe Binder, Pedro
Vasconcelos e Paulo Ghelli e direção geral de Rogério
Gomes. |
|
Topo |
|
|
|
Erros |
|
|
|
1. No capítulo de sexta feira dia 29 de
Maio, o ônibus que levava Maria Rita (santinha) para o
convento era o mesmo da Malhação. (Contribuição de
Maria da Consolação Pereira)
2. Ninguém tem telefone convencional nem
celular.Toda vez que alguém quer se comunicar, vai na
casa do outro. Essa é uma grande falha, pois hoje em dia
todo mundo tem celular. (Contribuição de Bete)
3. Não sei porque Zeca voltou para casa
de ambulância se podia voltar em um carro qualquer.
(Contribuição de Bete)
(Para mandar seu erro
clique no link abaixo) |
|
Topo |
|
|
|
Outras Informações |
|
|
|
Início: estréia: 16 de março de 2009 |
|
Topo |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Destaque |
|
. |
 |
|
Eleutério |
|
|
Compre |
|
 |
|
Livro |
|
Falha Nossa |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|