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23:00h |
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| História |
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Em 1899, o Acre vivia uma situação de
conflito, pois, apesar de ser território boliviano, fora
povoado por brasileiros que migravam do Nordeste
atraídos pela exploração da borracha, que estava em sua
fase áurea devido à Revolução Industrial. Quando a
Bolívia decidiu retomar seu território, almejando
justamente o lucro obtido com o látex extraído das
seringueiras, o governo brasileiro não se opôs, pois a
região, de acordo com o Tratado de Ayacucho, pertencia
de fato ao país vizinho. O povo acreano se revoltou com
a situação e seringueiros, liderados pelo espanhol Luiz
Galvez, resistiram à ocupação boliviana.
É apresentado o cotidiano de duas famílias que
representam as classes socioeconômicas então
predominantes na região, a do seringalista e a do
seringueiro, e suas perspectivas em relação às
constantes disputas no estado. Para mostrar a cultura,
os conflitos e a vida de riqueza e luxo dos
seringalistas, a trama contará a história do coronel
Firmino, casado com dona Júlia, pai de Tavinho e
Augusto. E, para retratar a saga difícil de um povo
batalhador e suas características, a minissérie
detalhará o dia-a-dia da família de Bastião, sua mulher
dona Angelina, e seus filhos, a primogênita Delzuite,
Bento e o caçula Tonho que, assim como milhares de
famílias, migraram do Nordeste para o Acre na tentativa
de ganhar dinheiro através da extração do látex das
seringueiras.
No dia 14 de julho de 1899 o Estado Independente do Acre
foi criado. Galvez foi aclamado presidente do novo país
e desenhou a bandeira do Estado Independente. Mas acabou
despertando o descontentamento de muitos seringalistas,
que se revoltaram com os impostos cobrados pelo novo
governo. Em 28 de dezembro de 1899, Galvez foi deposto
pelo seringalista Antônio de Souza Braga, que não
conseguiu se manter no poder e, em menos de um mês,
devolveu-lhe o comando. O Governo Federal brasileiro,
porém, sabendo que a desobediência deste tratado
colocava em risco suas relações internacionais, em março
de 1900, destituiu Galvez e devolveu a região do Acre à
Bolívia.
Enquanto isso, Plácido de Castro, militar gaúcho que já
havia morado no Rio e Janeiro e São Paulo, decidiu
tentar a sorte no Norte do país, demarcando seringais na
Amazônia. Nesta época, liderados pelo jornalista Orlando
Lopes, intelectuais e boêmios de Manaus organizam uma
expedição para expulsar os bolivianos e retomar o Acre.
Porém, sem experiência na arte militar, o levante
intelectual foi derrotado. Diante disto, os revoltosos
chegaram à conclusão de que precisavam de um líder
militar e convidaram Plácido de Castro, que aceitou o
desafio.
A Bolívia arrendou o Acre para o Bolivian Syndicate,
dando ao sindicato o poder de explorar as terras do Acre
e ocupá-las militarmente durante 30 anos. Lino Romero
foi enviado a Puerto Alonso para preparar a passagem da
administração ao Bolivian Syndicate. Começa, então, o
movimento armado contra a Bolívia, liderado por Plácido
de Castro e bancado pelos seringalistas da região.
Vencida a guerra, a diplomacia brasileira entrou em
ação, e através do tratado de Petrópolis, o Acre foi,
finalmente, incorporado ao Brasil. Mas não como estado,
como haviam sonhado os que lutaram por aquele desfecho -
como território.
Como território, continuou ignorado e sem receber
assistência do governo federal. Plácido de Castro, que
se transformara num mito para o povo e numa ameaça para
aqueles que disputavam o poder local, acabou assassinado
numa emboscada, em 1908. Apesar da luta de sua família
por justiça, seus assassinos nunca foram punidos, e nem
sequer abriu-se um processo para apurar os fatos.
O terceiro líder da história do Acre, que também foi
cruelmente assassinado em 1988, justamente em Xapury,
primeiro ponto da conquista de Plácido. Foi o
seringueiro Chico Mendes, que chamou a atenção não só do
Brasil, mas também a do mundo para a preservação da
floresta que vinha sendo destruída desde a década 70,
quando os seringais começaram a ser transformados em
pastos para gado. Compreendendo que a preservação da
floresta era a preservação das condições de vida dos
seringueiros, Chico Mendes criou um movimento de
resistência para impedir o desmatamento, só que desta
vez de forma pacífica, usando apenas o diálogo como
arma. Uniu seringueiros e índios numa grande frente
conhecida pelo nome de Povos da Floresta. O seringueiro
foi condecorado pela ONU e sua luta reconhecida pelas
organizações internacionais de proteção ao meio
ambiente. |
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Personagens |
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JOSÉ WILKER - Luiz
Galvez, CHRISTIANE TORLONI - Maria Alonso, GIOVANNA
ANTONELLI - Delzuite, VERA FISCHER - Lola, DÉBORA BLOCH
- Beatriz, IRENE RAVACHE - Beatriz (2ª fase), JOSÉ DE
ABREU - Coronel Firmino Rocha, MALU VALLE - Dona Júlia,
PAULO NIGRO - Tavinho, JACKSON ANTUNES - Bastião,
MAGDALE ALVES - Angelina, ILYA SÃO PAULO - Viriato,
TÂNIA ALVES - Dos Anjos, JUCA DE OLIVEIRA - José de
Carvalho, OSMAR PRADO - Gianni, LEONA CAVALLI - Justine,
VERA HOLTZ - Justine (2ª fase), ANTONIO CALLONI - Padre
José, ODILON WAGNER - Alarico, NEUZA BORGES - Zefinha,
ANDERSON MÜLLER - Osmarino, LUCI PEREIRA - Jovina, BETTY
GOFMAN - Amelinha, CACAU MELLO - Diná, FRANCIELY
FREDUZESKI - Amparito, MUSSUNZINHO - Dico, PATRICK DE
OLIVEIRA - Alípio, ALEXANDRE BORGES - Plácido de Castro,
ERIBERTO LEÃO - Genesco, MILENA TOSCANO - Ilca, SUZANA
FAINI - Zeferina, EVA TODOR - Branquinha, RICARDO BRAVO
- Lino Romero, CÂNDIDO DAMM - Uhthoff, MARINA FILIZOLA -
Zulmira, ALESSANDRA MAESTRINI - Soledad, RONALDO DAPPES
- Augusto (1ª fase), HUMBERTO MARTINS - Augusto (2ª
fase), LIMA DUARTE - Augusto (3ª fase), DAN STULBACH -
Leôncio, PAULO BETTI - Gomes, EDUARDO GALVÃO - Joaquim
Victor, CACÁ AMARAL - José Galdino, KADU MOLITERNO -
Souza Braga, VICTOR FASANO - Gentil, WERNER SCHÜNEMANN -
Rodrigo de Carvalho, CLÁUDIO MARZO - Ramalho Jr.,
TARCÍSIO FILHO - Orlando Lopes, ROBERTO FROTA - Pedro
Freire, MATHEUS NACHTERGAELE - Poeta, CÁSSIO PANDOLFI -
Paravicini, ALONSO GONÇALVES - Santivanez, GUSTAVO MELLO
- Bento (criança), THIAGO OLIVEIRA - Bento (jovem),
EMÍLIO ORCIOLO NETO - Bento (adulto), FRANCISCO CUOCO -
Bento (velho), JOSÉ RAMOS - Zuca, SÓSTENE VIDAL -
Honório, REGINA CASÉ - Maria Ninfa, BRENDA HADDAD -
Ritinha, TONICO PEREIRA - Genival, CLÁUDIO JAMBORANDY -
Benedito, DUDA RIBEIRO - Doutor, ANTÔNIO PITANGA -
Alcedino, DUDA MAMBERTI - Nassif, VAL PERRE - Vitorino,
MÁRCIO VITO - Clemente, SUYANNE MOREIRA - Ianká, EUNICE
BAHIA - Ayani, MÁRCIO VITO - Clemente, JURANDIR OLIVEIRA
- Russo, LETÍCIA SPILLER - Anália, ERNANI MORAES -
Coronel Tiburtino, CAIO BLAT - Xavier, ANDRÉ GONÇALVES -
Zuca, CAMILA RODRIGUES, MARCELO FARIA, DIOGO VILELA -
Juvenal Pontes, FERNANDA PAES LEME - Adenoura, JÚLIA
LEMMERTZ - Risoleta, CRISTOVAM NETTO - Mestre Irineu,
OSVALDO MIL - Raimundão, OSCAR MAGRINI, SHERON MENEZES,
CHICO EXPEDITO, PAULO VESPÚCIO, BRUNO ABRAHÃO - Chico
Mendes (criança), VANESSA GIÁCOMO - Ilzamar, CÁSSIO
GABUS MENDES - Chico Mendes (adulto), DANIELA PINTO -
Delzuite (criança). |
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Escrita por Glória Perez
Baseada nas obras "Terra
caída" (de José Potyguara da Frota e Silva) e "O
seringal" (Miguel Ferrante)
Direção dos musicais: Emilio di Biasi
Direção: Marcelo Travesso , Pedro Vasconcellos , Carlo
Milani , Roberto Carminati
Direção Geral: Marcos Schechtman
Cenografia: Juliana Carneiro , Alexandre Gomes
Cenógrafos Assistentes: Daniel Cordeiro , Ricardo
Teixeira , Roberto Villar , Gilmar Ventura , Flavia
Yared , Paula Camargo , Alexis Pabliano , Anne Bourgeois
Figurino: Emília Duncan , Labibe Simão
Figurinistas Assistentes: Julia Brant , Tatiana
Rodrigues , Mariana Sued , Rafaela Pires , Giovanni
Targa , Diana Valadares , Adriano Pitanguy , Octacílio
Coutinho
Equipe de Apoio ao Figurino: Eliane Mendes , Mauricio
Carvalho , Shirley da Motta , Neide Chagas , Ana Maria
Silva , Lícia Margarida Coutinho , Janete da Silva ,
Devones , Marcos André da Silva , Valdemir Nunes ,
Sandro Rogério Lima , Claudio Luiz Luciano , Wanderley
Gouveia , Charles Luiz Ramos , Walter Tomé da Silva ,
Reinaldo Bianchini , Ana Maria Gonçalves , José Cabral ,
Jurema Garcia , Maria Aparecida Pereira , Paulo Piovesan
, Benedita Lobato
Direção de Fotografia: Elton Menezes
Direção de Iluminação: Luciano Xavier , Anselmo Marinho
, Paulo Miranda
Equipe de Iluminação: Leonardo Franco , Vicente da Silva
, Marco Reis , Luiz Antonio Nascimento , José Mauro
Bertolino , Sebastão Lopes , Altino Nascimento , Gerson
Antonio , Luiz Claudio Nascimento , Gabriel Coelho
Direção de Arte: Mário Monteiro
Produção de Arte: Ana Maria de Magalhães , Marco Cortez
, André Soeiro
Produção de Arte Assistente: Mirica Vianna , Claudia
Grether , Ricardo Cerqueira , Fernanda Martins Costa ,
Leticia Galm , Mirella Fontes , Paula Scamparini
Equipe de Apoio à Arte: Ricardo de Paiva , Archimedes
Simões , Eduardo Loureiro , Antonio Manoel Filho ,
Rogério Pestana , Ricardo Nascimento
Produção de Elenco: Frida Richter
Instrutor de Dramaturgia: Paloma Riani
Prosódia: Iris Gomes da Costa
Direção Musical: Mariozinho Rocha
Produção Musical: Alexandre Faria
Caracterização: Marlene Moura , Rubens Liborio
Equipe de Apoio à Caracterização: Nubia Maisa ,
Alexandre Rodrigues , Patricia Nicolau , Fabiola Gomes ,
Carlos Marques , Luciano Loreto , Maria de Lurdes ,
Eliane Farinhas , José Alves Guedes , Zuleica Lago ,
Ewerton Rodrigues , Amélio Duarte
Edição: Alberto Gouvea , Carlos Thadeu , Carlos Eduardo
Kerr
Sonoplastia: Thanus Chalita , Samy Lima
Efeitos Visuais: Jorge Banda , Toni Cid
Efeitos Especiais: Marco de Paula
Abertura: Hans Donner , Alexandre Pit Ribeiro , Roberto
Stein
Direção de Imagem: Marco Antônio Ferreira Pinto
Câmeras: Edson da Silva Carvalho , Carlos Roger ,
Alexandre Oliveira , Alexandre Alves , Marcos Siqueira
Fernandes , Marcus Fabiam
Equipe de Apoio à Operação de Câmera: Elias Constantino
, Jerônimo Araujo , Alexandre Teixeira
Equipe de Vídeo: Jorge Leal , Miriam Pinto , Anderson de
Oliveira
Equipe de Áudio: Marco Grizente , Renato Ignácio ,
Gabriel Páscoa , Josimar Cardoso , Dílson Costa ,
Ricardo Knupp , Antonio Carlos
Supervisor e Op. de Sistemas: Murilo Morgado , José
Antonio , Rodrigo Rosa
Gerente de Projetos: André Ventura
Supervisão de Produção de Cenografia: Jonas Lemos ,
Hélio Otávio Barbosa
Supervisor de Produção de Cenografia: Docacildo Viana ,
Vilma Marinho
Equipe de Cenotécnica: Aílton Gonçalves Moreira ,
Marcelo Evangelista de Oliveira , José Carlos Aleluia ,
Cláudio Pereira , Alexandre Macedo Ramos , Marcelo
Oliveira Corrêa , Petterson Guimarães da Silva , Glória
Maria de Souza , Jair Lopes da Costa , Maria Lúcia Gomes
dos Santos , Ivo Cipriano da Silva , Marivaldo Silva de
M. Sarmento , Luiz Sérgio Freitas , Monique Luiza ,
Julio Batista , Henrique Henriques , Anderson Marins ,
Rodrigo Almeida , Jessé Ignácio Ramos , André Luiz
França Corrêa , Gilberto Pereira de Lima , José Norberto
dos Santos , Francisco Assis Gomes Barbosa , Valter
Silva Santos , Juarez Trindade , Jorge Luiz de Assis
Coelho , Carlos Antônio da Silva , Paulo Cesar Ribeiro
da Silva , Jorge Ricardo Paula dos Santos , Ronaldo
Correia da Silva
Pesquisa: Madalena Prado de Mendonça , Ludmila
Figueiredo , Luiza Carvalho
Continuidade: Fernanda Borges , Carlos Domingos ,
Izabella Cid , Priscilla Domingos
Assistentes de Direção: Guto Arruda Botelho , Alexandre
Klemperer , Carol Bandeira de Mello , Davi Lacerda
Produção de Engenharia: Abílio Páscoa , Luiz Otávio
Equipe de Produção: Adailza Alvim , Marcelo Martins ,
Luiz Otávio da Costa Alves , Karen Balbi , Luciana Kuhl
, Ronaldo Dias , Valeria Freund
Produção - Manaus: Jean Robert
Coordenação de Produção: Mario Jorge , Marcelo dos
Santos , Walter Borghi , Letícia Vorcaro
Produção Executiva: Erika da Matta
Gerência de Produção: Sergio Madureira
Direção de Produção: Flávio Nascimento |
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1. Na cena em que o marido de
Maria tenta levá-la no barco, Galvez sai
correndo e tem que molhar as pernas no rio
para subir no barco. Na cena a seguir em que
ele encontra Maria e Giane, ele já está
completamente seco! Incrível!
(Contribuição de Helena Fagundes)
2. Na cena exibida na última
sexta-feira, dia 2 de fevereiro, quando
Galvez (José Wilker) está terminando de
escrever o manifesto que deixaria para o
povo do Acre, ele aparece fechando um
envelope pequeno, e logo em seguida quando
vai entregar o envelope nas mãos do Utoff o
envelope que aparece é um outro bem maior do
que o primeiro. (Contribuição de Shakitah
Matos)
(Para mandar seu erro
clique no link abaixo) |
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Outras Informações |
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Início: 2 de janeiro de 2007
Término:
Capítulos:
Censura: 14 anos
Tema de Abertura: CAMINHO DAS ÁGUAS -
Maria Rita
Leva no teu bumbar, me leva
Leva que quero ver meu pai
Caminho bordado à fé, caminho das águas
Me leva que quero ver meu pai
A barca segue seu rumo lenta
Como quem já não quer mais chegar
Como quem se acostumou no canto das águas
Como quem já não quer mais voltar
Os olhos da morena bonita
Agüenta que tô chegando já
Na roda conta com "ocê"
Ouvir a zabumba
Me leva que quero ver meu pai... |
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